minhas insanidades mentais serão
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
#3
-ela ficará ali parada naquela esquina fria e sombria, mais uma noite se foi e ela agora so quer ir pra casa, tomar uma ducha quente e deitar-se numa cama, não tão macia como aquelas que ela passará sua noite. chegará um tanto quanto destruída em casa, e logo após bater a porta foi sendo interrogada por sua mãe que lhe fazia seguidas perguntas e ela sutilmente não lhe responderá nenhuma. a mãe um tanto quanto preocupada conçava a cabeça e apontava para o relógio seguidamente, como quem falava você saiu a tal hora de anteontem e só chega a essa hora de hoje!. ela continuava sua peregrinação até seu quarto onde bateu a porta odiosamente na cara de sua mãe e a tranca, sua mãe após inúmeras tentativas de conversa desiste e sai para trabalhar, ela então sai de seu quarto e vai até o banheiro onde a ducha é sua única visão disponível. enquanto abria a ducha se olhava no espelho e via seu estado deplorável, seus olhos manchados de maquiagem velha, sua boca um tanto quanto vermelha e seus cabelos, negros sujos e com um aroma nada agradável, entrava na ducha e tudo que sem lembrava era da esquina e do carro de granfino partindo em alta velocidade. é, ela sem lembrava aos poucos da balada que havia ido com sua amiga e com quem não havia saído, se lembrava do breve desconhecido com quem passará a noite, via as marcas que o mesmo havia deixado nela, e ela sentia nojo de si mesma. ainda embaixo da ducha ouve o telefone de seu quarto que tocava sem parar, ela pensa em sair para atender mas logo em seguida desiste lembra que a secretaria eletrônica estava ligada, desliga a ducha, veste o roupão e ouve os recados enquanto deita em sua cama. ouve sua amiga perguntando como tinha passado a noite, como erta o tal fulaninho e falando que havia saído com um cara da tv, ouve três recados de sua mãe perguntando como ela estava e por fim ouve o recado mais esperado. o dele. não o do fulaninho, mas o do cara que fazia seu coraçao pulsar,e le pedia um encontro para uma breve conversa, ela prontamente se arrumou e foi, ignorando por total os pedidos de ligaçao de sua mãe e de sua amiga. eles se encontraram e ele perguntava seguidamente, onde ele acusava ela mais uma vez, a chamava de mentirosa, hipocrita, mesquinha, e ela se cabeça baixa ficará escutando toda a ladainha que ele falava, ele por fim perguntou o que você tem a me dizer. ela, levantou a cabeça com os olhos mareados, e disse a única frase que ele não queria ouvir, ela só levanta seus olhos mareados as gotas de lágrimas caem e ela prefere correr e atravessar a rua, sem perceber e atropelada pelo mesmo carro de que descerá a horas atraz, intácta ali no chão perceb-se um pequeno pedaço de papel em seu bolso,em que uma frasem uma única frase dizia tudo que ela sentia: queria pode ter dizer tudo que quero lhe dizer, mas sinto que não posso mas, você era a minha paz e hoje stou só. não adianta falar você não vai me ouvir, fico aqui enfim, sem você aqui, mas sigo em frnte junto com minha dor latente de uma amor sem fim.
minhas insanidades mentais serão SEMPRE assinaladas com este símbolo # ok.
minhas insanidades mentais serão
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