"Enquanto eu olhava pro vazio
um medo repentino se apossou de mim
e foi tomando todo o meu ser, e quando eu menos percebi se apossou de minha alma
com uma alvorocidade, e não pude mas contê-lo.
e o vazio externo, transportou-se, virou interno
e a solidão, que me fazia tão bem, naquele instante me fez gelar.
o medo veio me assustar, virou pavor, virou angústia, virou, virou..
ter ninguém, somente ter a solidão, ter a imensidão, não ter o aconchego,
nao ter linhagem, não ter um grito, um sussuro, uma outra voz além da minha,
não ter a casa cheia, ter o silêncio, ter o pensamento livre, ter o vento, ter liberdade mas
SER sozinha, S O Z I N H A, e terminar assim, e SER assim, me assustava, me arrepiava
me tirava do eixo, me enlouquecia, então esse era o medo que vinha sem pedir licença e nem por favor"
sábado, 20 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
" De repente, desapareci.
Sumi, instantaneamente.
Como quem segue o vento, nobre e fresco da manhã, fui-me, e então sumi.
Corri, rodei, fui, e continuei indo. Parei frente a uma bifurcação, fechei os olhos e escolhi um lado e corri,
Continuei indo. Deparei com outra realidade, outra imagem, OUTRO, OUTRA.
Detei sobre o gramado cheio de orvalho.
Olhei pra mim, em meio a lama que se apresentava em minhas mãos e meus pés, meu rosto suado e minha Respiração ofegante, olhei pro céu. Ele seria o único que não mudará perante as mudanças de cenário que aconteceram. Ele fora o único que continuou sendo calmo e azul. o único quem conseguia acalmar o tsunami que se tornará minha jornada.
Mas olhando pra ele, tudo se tornara calmo e tranquilo outra vez, e por aquela noite, fiquei por ali, olhando pra ele, e ele olhando pra mim"
Sumi, instantaneamente.
Como quem segue o vento, nobre e fresco da manhã, fui-me, e então sumi.
Corri, rodei, fui, e continuei indo. Parei frente a uma bifurcação, fechei os olhos e escolhi um lado e corri,
Continuei indo. Deparei com outra realidade, outra imagem, OUTRO, OUTRA.
Detei sobre o gramado cheio de orvalho.
Olhei pra mim, em meio a lama que se apresentava em minhas mãos e meus pés, meu rosto suado e minha Respiração ofegante, olhei pro céu. Ele seria o único que não mudará perante as mudanças de cenário que aconteceram. Ele fora o único que continuou sendo calmo e azul. o único quem conseguia acalmar o tsunami que se tornará minha jornada.
Mas olhando pra ele, tudo se tornara calmo e tranquilo outra vez, e por aquela noite, fiquei por ali, olhando pra ele, e ele olhando pra mim"
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